Muito se tem investido na educação nos últimos anos: melhores salários, capacitações, cursos para gestores, material escolar para os alunos, transporte, etc. mesmo assim presenciamos um quadro difícil nos resultados das avaliações nacionais para verificar o índice de aprendizagem da escola pública. Muitos são os fatores responsáveis por este baixo índice de aproveitamento escolar. Um deles seria a atuação do professor em sala. Embora se tenha investido neste profissional, parece que na prática não tem correspondido ao desejado. o que se tem constatado é reclamação geral, por eles, que os alunos nada querem. Estão desmotivados, apáticos, desinteressados. Não seria a maneira de como as aulas estão sendo ministradas? É este um ponto para reflexão.
No entanto não seria justo generalizar, pois muitos profissionais da educação têm se sobressaído. Daí a conclusão de se achar que a maioria está aquém do esperado (atuação em sala).
Os educandos hoje, não estão querendo ser mais depósito de conhecimentos. Querem aulas atrativas, práticas, curiosas, interessantes. Mais atividades significativas e menos aulas expositivas.
O professor deve, então, estar preparado positivamente para entrar em sala. Se ele for fluente, seguro no que diz e faz, coerente, haverá feedback constante.
É possível uma conscientização da melhoria na atuação profissional? Claro. Até porque os alunos estão exigentes. Eles gostam do profissional que investe nas aulas: diversifica, surpreende, que traz novidades,

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